quinta-feira, 25 de junho de 2015

Não é difícil recomeçar;
envolve paixão.
Muita paixão.
E uma dose exacerbada, exagerada, intensa. De loucura.

É muito difícil começar.

sexta-feira, 22 de maio de 2015

Palpita.
Dá pra ouvir as veias do pulso.
A dormência das mãos.
O suor frio.

A cabeça lateja.
As pernas amolecem.
Coração a 0º.

Não há remédio,
sono,
risos,
choros que acuda.

Haja vida.

terça-feira, 5 de maio de 2015

Sofia tem transtornos.
Ânsia
Falta de ar
Loucuras
Paranoias

Sofia tem medo.
Fobia
Cansaço
Dor nas juntas
Dor nos juntos

Sofia não sabe lidar.
Com ela
Com os outros
Com o mundo

Sofia se entrega.
Aos prazeres
Às loucuras
Àquilo que ela não sabe ao certo

Sofia vive.
Mas
Não
Sabe
Viver.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Libertação pessoal. Dá trabalho ser feliz.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

A estrela da vida inteira

Que importa a paisagem, a Glória, a baía, a linha do horizonte?
-O que vejo é o beco.

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Com o tempo (e o tempo do tempo só o tempo dirá), a gente vai percebendo que as coisas vão se colocando no lugar. E fluindo, de maneira leve (mas não menos intensa). Entendemos o todo e com isso podemos, enfim, nos voltar para nós mesmos.
A fase é de total contemplação. Quase adaptada, me vejo automatizando coisas que até então ainda eram um grande mistério (e isso no sentido mais positivo da coisa); me vejo sorrindo, apreciando e não mais em constante pressão de entregas e resultados (em todos os seus sentidos).

O tempo é de viver.

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Equação sem tamanho

quem não {mu[(da)nça)]}